Fabio Moschetti

Vou tentar aqui contar um pouco sobre a minha pessoa trabalhos, lazer, dia a dia

Michael Burry alerta para possível estouro da bolha da inteligência artificial em 2027

Publicado: 10/2/2026 2:30:44 PM



O investidor Michael Burry, conhecido por antecipar a crise imobiliária de 2008 e retratado no filme A Grande Aposta, voltou a chamar atenção para os riscos do mercado de inteligência artificial. Desta vez, suas movimentações indicam que ele espera uma possível correção já em 2027, antes do cenário de 2028 considerado anteriormente.

O alerta coloca em discussão uma pergunta que acompanha o avanço da tecnologia: os resultados financeiros da inteligência artificial conseguirão acompanhar o volume de dinheiro investido nela?

Por que Burry acredita que existe uma bolha?

A preocupação do investidor está na distância entre as expectativas de crescimento e as receitas que as empresas conseguem gerar. A expansão da inteligência artificial exige investimentos em infraestrutura, capacidade de processamento e operação dos serviços.

Esses gastos dependem da expectativa de que a demanda continuará aumentando e de que os clientes pagarão o suficiente para sustentar a estrutura. Se as receitas decepcionarem, empresas podem rever projetos e reduzir investimentos, afetando outros negócios que dependem dessa expansão.

Segundo o Economic Times, Burry passou a utilizar opções de venda em suas apostas contra ações relacionadas à inteligência artificial. Esses instrumentos podem gerar ganhos com a queda dos papéis, mas também provocar perdas se o movimento esperado não ocorrer dentro do prazo previsto.

A mudança sugere que ele espera uma queda mais cedo. Isso, porém, não comprova que uma crise acontecerá em 2027.

Uma bolha financeira não significa o fim da inteligência artificial

É necessário distinguir o potencial da tecnologia do preço atribuído às empresas que trabalham com ela. A inteligência artificial pode continuar evoluindo e encontrando aplicações úteis mesmo que parte dessas companhias perca valor ou não consiga sustentar seus negócios.

Uma ferramenta capaz de melhorar processos não garante, por si só, que seu fornecedor terá lucro. Custos elevados, concorrência e dificuldade para conquistar clientes pagantes podem comprometer uma empresa mesmo quando seu produto funciona.

Por isso, discutir uma possível bolha não equivale a afirmar que a IA é inútil. O questionamento é se o retorno financeiro será suficiente para justificar os investimentos e as expectativas acumuladas.

O que isso representa para desenvolvedores e empresas?

Para quem trabalha com tecnologia, o debate reforça a necessidade de avaliar resultados concretos. Adotar inteligência artificial precisa trazer benefícios verificáveis, como economia de tempo, redução de erros ou melhoria no atendimento.

Também é importante considerar o custo de manter essas soluções. Uma ferramenta pode funcionar bem durante um teste e se tornar cara quando utilizada por muitos usuários ou integrada a uma operação maior.

Caso ocorra uma desaceleração nos investimentos, projetos poderiam ser adiados e fornecedores poderiam alterar preços ou encerrar serviços. Para empresas que incorporam IA aos seus sistemas, avaliar alternativas e evitar dependência excessiva de um único fornecedor são medidas úteis.

Burry acertou em 2008. Isso garante uma nova previsão?

O histórico do investidor explica a repercussão de seus alertas, mas não transforma suas projeções em fatos. Antecipar uma crise anterior não garante acertar a data, a intensidade ou mesmo a ocorrência de outra.

O cenário de 2027 deve ser entendido como uma expectativa de Burry. A capacidade das empresas de gerar receita, controlar despesas e manter clientes será decisiva para avaliar se o crescimento atual tem sustentação.

A discussão vai além de saber quando uma possível bolha poderia estourar. O desafio é identificar quais aplicações entregam valor e quais negócios dependem de promessas que ainda precisam se confirmar.

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Brasil encerra Data Fifa contra a Índia em duelo inédito neste sábado

Publicado: 10/2/2026 9:54:38 AM



A Seleção Brasileira já está em Calcutá para o último compromisso desta Data Fifa. Depois dos dois amistosos contra a Austrália, a equipe comandada por Carlo Ancelotti enfrenta a Índia neste sábado, 3 de outubro, às 11h, no horário de Brasília.

A partida será disputada no Salt Lake Stadium e terá um ingrediente histórico: será o primeiro confronto entre as seleções principais de Brasil e Índia.

O amistoso também representa mais uma etapa do processo de renovação iniciado por Ancelotti depois da Copa do Mundo de 2026. A atual convocação trouxe diversos jogadores jovens e estreantes, e o treinador pretende continuar utilizando esses jogos para ampliar suas opções pensando no ciclo até a Copa do Mundo de 2030
.
Ancelotti deixou claro que não pretende tratar a partida contra a Índia como uma espécie de prova definitiva para os jogadores. A ideia é observar o desempenho dos atletas e oferecer novas oportunidades ao longo do ciclo.

O Brasil chega ao confronto depois de dois jogos contra a Austrália. No primeiro, em Townsville, empatou por 1 a 1. No segundo, em Brisbane, venceu por 4 a 2.

Agora, diante da Índia, a expectativa fica também pelas novas mudanças que Ancelotti poderá promover na equipe. A partida encerra a primeira sequência de amistosos da Seleção Brasileira depois da Copa do Mundo de 2026.
Índia x Brasil

Data: sábado, 3 de outubro de 2026
Horário: 11h, de Brasília
Local: Salt Lake Stadium, Calcutá, Índia

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Brasil vence a Austrália em amistoso mas ainda fica uma dúvida depois do sufoco passado no primeiro tempo

Publicado: 9/30/2026 2:20:01 AM





Depois do empate no primeiro jogo, Brasil vence a Austrália, mas ainda não convence; Raphinha vira desfalque contra a Índia

Depois do empate por 1 a 1 no primeiro amistoso, a Seleção Brasileira voltou a enfrentar a Austrália nesta terça-feira, 29 de setembro, e venceu por 4 a 2 no Suncorp Stadium, em Brisbane. O resultado foi melhor, mas o desempenho ainda deixou dúvidas. O Brasil passou sufoco, chegou a sofrer a virada no primeiro tempo e precisou reagir para conquistar a primeira vitória desta sequência de amistosos.

Carlo Ancelotti promoveu sete mudanças em relação à equipe que iniciou o primeiro confronto. O Brasil começou com Otávio; Vanderson, Jair Cunha, Gabriel Magalhães e Mauro Júnior; Danilo, Bruno Guimarães e Gabriel Bontempo; Rayan, Raphinha e Vinicius Júnior.

A Seleção começou a partida dando a impressão de que teria uma noite tranquila. Logo aos dois minutos, depois de uma rápida troca de passes dentro da área, Vanderson recebeu a bola e finalizou para abrir o placar.

A vantagem, porém, não durou. A Austrália cresceu na partida e aproveitou os problemas apresentados pelo sistema defensivo brasileiro. Aos 27 minutos, Circati empatou após cobrança de escanteio. Apenas seis minutos depois, Metcalfe acertou um chute de fora da área e virou para os donos da casa.

O Brasil, que havia começado bem, novamente se viu pressionado pelos australianos. O empate brasileiro só veio aos 44 minutos, quando Danilo foi derrubado dentro da área. Após revisão do VAR, o árbitro marcou pênalti. Raphinha cobrou e deixou tudo igual antes do intervalo.

Raphinha preocupa e está fora contra a Índia

Além das dificuldades apresentadas durante o primeiro tempo, o Brasil ganhou outro problema. Raphinha sentiu um desconforto muscular e não voltou para a segunda etapa, sendo substituído por Endrick.

Posteriormente, foi constatado um edema na coxa. Com isso, Raphinha não estará disponível para a partida contra a Índia, próximo compromisso da Seleção Brasileira.

No segundo tempo, Ancelotti continuou fazendo experiências. Aos 15 minutos, Matheuzinho, Andrey Santos e Estêvão entraram nos lugares de Vanderson, Gabriel Bontempo e Rayan.

As mudanças ajudaram o Brasil a recuperar o controle da partida. Aos 23 minutos, Vinicius Júnior avançou pela esquerda e encontrou Endrick dentro da área. O atacante cruzou rasteiro e Bruno Guimarães apareceu para completar a jogada e colocar a Seleção novamente na frente: 3 a 2.

O quarto gol nasceu de mais uma jogada de Vinicius Júnior. O atacante partiu para cima da defesa australiana, sofreu pênalti e assumiu a cobrança para fechar a vitória brasileira por 4 a 2.

Vitória veio, mas atuação ainda deixa dúvidas

O Brasil mostrou poder de reação, principalmente depois de ter sofrido a virada ainda no primeiro tempo. O resultado também permitiu a Ancelotti observar novas alternativas, já que o treinador modificou sete posições e utilizou uma formação com três jogadores no meio-campo.

Na entrevista após a partida, Ancelotti destacou justamente a reação brasileira e a melhora apresentada durante o segundo tempo. O treinador também elogiou a construção coletiva do terceiro gol, marcado por Bruno Guimarães.

Bruno Guimarães e Vinicius Júnior também destacaram a evolução em comparação ao empate por 1 a 1 no primeiro encontro com os australianos. Os dois foram decisivos no segundo tempo e marcaram os gols que garantiram a vitória.

Mesmo assim, o placar de 4 a 2 não conta toda a história da partida. O Brasil voltou a apresentar oscilações, sofreu dois gols ainda no primeiro tempo e teve dificuldades diante de uma Austrália que já havia criado problemas no primeiro amistoso. Houve evolução e reação, mas a Seleção ainda não apresentou uma atuação capaz de convencer plenamente.

Agora é a vez da Índia

Encerrados os dois confrontos contra a Austrália, a Seleção Brasileira segue para Calcutá, onde terá um compromisso histórico.

Brasil e Índia se enfrentarão no sábado, 3 de outubro, às 11h pelo horário de Brasília, no Vivekananda Yuba Bharati Krirangan, também conhecido como Salt Lake Stadium.

Será a primeira partida da história entre as seleções principais dos dois países. Sem Raphinha, Ancelotti terá mais uma oportunidade para modificar a equipe e realizar novos testes antes do encerramento desta Super Data FIFA.

Ficha técnica

Austrália 2 x 4 Brasil

Data: 29 de setembro de 2026

Local: Suncorp Stadium, Brisbane, Austrália

Gols: Vanderson, aos 2 minutos; Circati, aos 27; Metcalfe, aos 33; Raphinha, aos 44 minutos do primeiro tempo; Bruno Guimarães, aos 23 minutos do segundo tempo; e Vinicius Júnior, de pênalti.

Brasil: Otávio; Vanderson, Jair Cunha, Gabriel Magalhães e Mauro Júnior; Danilo, Bruno Guimarães e Gabriel Bontempo; Rayan, Raphinha e Vinicius Júnior.

Técnico: Carlo Ancelotti.

Próximo jogo

Índia x Brasil

Data: sábado, 3 de outubro de 2026

Horário: 11h de Brasília

Local: Vivekananda Yuba Bharati Krirangan (Salt Lake Stadium), Calcutá, Índia.



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Após empate no primeiro jogo, Ancelotti prepara mudanças no Brasil para novo duelo com a Austrália

Publicado: 9/28/2026 10:41:24 AM




A Seleção Brasileira volta a campo nesta terça-feira, 29 de setembro, para enfrentar novamente a Austrália. O amistoso será disputado no Suncorp Stadium, em Brisbane, às 7h, no horário de Brasília.

O segundo confronto ganhou ainda mais importância depois da atuação brasileira no primeiro encontro entre as equipes. Na última sexta-feira, em Townsville, o Brasil ficou no empate por 1 a 1 e precisou de um gol de Rayan nos minutos finais para evitar a derrota.

A Austrália abriu o placar no segundo tempo com Irankunda, em cobrança de falta. O Brasil teve dificuldades para transformar a posse de bola em chances claras e só conseguiu chegar ao empate no fim da partida.

Rayan, que havia começado no banco, entrou no segundo tempo e marcou de cabeça. Agora, o atacante deve ganhar uma oportunidade entre os titulares no segundo amistoso.

Carlo Ancelotti prometeu mudanças após o empate e começou a cumprir a promessa já nos treinamentos em Brisbane. O treinador testou uma equipe com sete alterações em relação ao time que iniciou a primeira partida contra os australianos.

No treinamento, o Brasil foi formado com Otávio; Vanderson, Jair, Gabriel Magalhães e Mauro Júnior; Danilo, Bruno Guimarães e Gabriel Bontempo; Rayan, Raphinha e Vinicius Junior.

Dos jogadores que começaram o primeiro amistoso, permaneceram apenas Danilo, Bruno Guimarães, Raphinha e Vinicius Junior. Além das mudanças de nomes, Ancelotti também testou uma nova configuração tática, com a Seleção atuando no 4-3-3.

Uma das principais novidades está no ataque. Raphinha foi deslocado para atuar como centroavante, posição na qual vem apresentando bom desempenho pelo Barcelona. Rayan aparece por um dos lados, com Vinicius Junior completando o trio ofensivo.

A escalação, porém, ainda não está totalmente definida. O gol é uma das posições em aberto. Otávio começou a atividade entre os titulares, mas Hugo Souza e Pedro Morisco também foram utilizados durante o treinamento. A Seleção ainda terá a última atividade antes da partida.

As mudanças fazem parte do processo de observação iniciado por Ancelotti neste primeiro período de jogos depois da Copa do Mundo de 2026. A convocação reúne jogadores mais experientes e diversos jovens que começam a receber oportunidades na equipe principal.

O treinador pretende utilizar os amistosos para ampliar as opções e começar a formar a base brasileira para os próximos anos, com a Copa América de 2028 e a Copa do Mundo de 2030 no horizonte.

Depois do segundo duelo com a Austrália, a Seleção seguirá para a Índia. O Brasil enfrenta os indianos no dia 3 de outubro, em Calcutá, encerrando a sequência de três amistosos desta Super Data Fifa.

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Brasil empata com a Austrália e Ancelotti prepara mudanças para novo duelo na terça-feira

Publicado: 9/27/2026 7:28:52 PM


Brasil empata com a Austrália e Ancelotti prepara mudanças para novo duelo na terça-feira

A Seleção Brasileira já trabalha pensando no segundo amistoso contra a Austrália depois do empate por 1 a 1 no primeiro confronto. O Brasil encontrou dificuldades durante boa parte da partida e precisou buscar o empate nos acréscimos, com Rayan marcando de cabeça.

A Austrália abriu o placar no segundo tempo com Irankunda. Antes disso, o Brasil chegou a balançar a rede com Estêvão, mas o gol foi anulado após revisão do VAR.

Hugo Souza começou como titular no gol brasileiro e fez uma boa defesa logo nos primeiros minutos. Matheuzinho também iniciou a partida, enquanto Breno Bidon ficou como opção no banco.

Depois do desempenho apresentado no primeiro amistoso, Carlo Ancelotti indicou que pretende aproveitar a segunda partida para observar outros jogadores. A intenção começou a aparecer já nos treinamentos seguintes.

No primeiro esboço para a revanche, o treinador promoveu sete mudanças e experimentou uma formação com três jogadores no meio-campo. Raphinha foi testado mais centralizado no ataque, acompanhado por Rayan e Vinicius Júnior.

Outra posição que segue aberta é o gol. Durante o treinamento, Ancelotti fez um rodízio entre Hugo Souza, Otávio e Pedro Morisco. Os três goleiros foram testados, deixando a definição para os próximos trabalhos.

Breno Bidon também ganhou espaço durante as variações feitas pelo treinador. O meio-campista do Corinthians foi utilizado na parte final da atividade e segue na expectativa de receber seus primeiros minutos pela Seleção principal.

Matheuzinho, titular no primeiro amistoso, não apareceu na formação inicialmente testada para a segunda partida, com Vanderson sendo utilizado na lateral direita.

As experiências mostram que Ancelotti pretende utilizar a passagem pela Austrália não apenas para buscar resultados, mas também para ampliar as observações sobre jogadores que ganharam espaço nesta convocação.

O Brasil ainda terá mais um treinamento antes da definição da equipe.

Austrália e Brasil voltam a se enfrentar nesta terça-feira, 29 de setembro, às 7h10, pelo horário de Brasília, em Brisbane. A expectativa agora fica pela escalação escolhida por Ancelotti e pela possibilidade de novos jogadores receberem oportunidade no segundo amistoso.

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